sábado, 20 de fevereiro de 2010

Um Carnaval que entrou para História...


Um Carnaval que entrou para História. Assim podemos definir a tríade momesca de 2010, em virtude da grande festa realizada pelo Bloco Carnavalesco Que Isso Aì? para este ano.
Mais R$40.000,oo foram gastos pela entidade para que os foliões pudessem ter um carnaval inesquecível. O resultado foi o recorde de venda de abadás e de público do Que Isso Aí?, que esteve presente, no primeiro ensaio realizado na Fernart, no desfile e Camarote Vip do Bloco no sábado de Carnaval, nos 3 dias de folia no Miguel Pereira Atlético Clube e na Ressaca do BLoco com show dos Havaianos.
A Associação Que Isso Aì? e o Miguel Pereira Atlético Clube celembram o sucesso das atividades, e principalmente a inédita parceria que mudou a cara do Carnaval miguelense, e que veio para ficar.

Segue abaixo algumas fotos de todos os eventos do Bloco no período carnavalesco:

Fonte: Riobrasil.net e Serrazul.net








segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Juventude do Rio de Janeiro é destaque em Brasília



No dia 5 de fevereiro, jovens de todo o país encontraram-se para debater política e ações partidárias da juventude durante a Convenção Nacional da JPMDB, realizado no Senado Federal, Brasília. O Estado do Rio de Janeiro se fez presente na Convenção, tendo obtido destaque no evento, já que foi a maior delegação do evento, conseguindo eleger quatro representantes na Executiva Nacional, entre eles, Marco Antônio Cabral, filho do governador Sergio Cabral, como vice-presidente Nacional da Juventude PMDB.
Diversos municípios do interior fluminense fizeram presentes na delegação do Rio de Janeiro, como por exemplo, os municípios de Vassouras, Paulo de Frontin, Paty do Alferes, Mangaratiba, Miracema e Itaperuna. A juventude de Miguel Pereira também esteve representada em Brasília, na pessoa do professor Marcos Magalhães, que em seu discurso no plenário, enfatizou a importância de políticas públicas de caráter esportivo e cultural para os jovens do interior, que costumam ter menos opções de lazer em relação aos jovens das grandes cidades.
Estiveram presentes no evento o presidente Nacional do Partido, deputado Michel Temer, o senador do Rio de Janeiro Paulo Duque, o governador da Paraíba, José Maranhão e o presidente da Fundação Ulisses Guimarães, deputado federal Eliseu Padilha.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Entrevista: Bruno Macedo, o ícone do Carnaval miguelense

Enfim chegou o Carnaval, maior evento popular do planeta. Pensar em tal data em nossa região, é pensar nos blocos de embalo, que animam as ruas das cidades, fazem do nosso Carnaval um dos mais badalados do Estado, trazendo foliões das mais variadas localidades do Brasil. Em Miguel Pereira, falar em Carnaval é falar em Bruno Macedo, que a mais de dez anos comanda a folia no município. Nada mais justo, que iniciar a edição de Carnaval do RIOBRASIL EM REVISTA com uma entrevista exclusiva com este, que é a mais nova contratação do Bloco QUe Isso Aì, para 2010, sem sombra de dúvidas, o grande ícone da folia miguelense.

1-Bruno, interprete ou puxador???

Fala Cristiano, pra mim não há diferença, essa polêmica do Jamelão levo até na brincadeira, mas acho que sempre foi "Puxador", mas só de samba, tá?? rsrsrs

2- São quantos anos à frente do Carnaval miguelense???
Olha, não sei bem o ano que comecei no carnaval cantando, mas acho que foi no ano de 94, ou seja, 16 anos, sendo que desde que vim morar em Miguel Pereira aos 7 anos de idade, nunca passei carnaval em outro lugar

3- Como é ser considerado um dos ícones do Carnaval no município??
Bem, sempre tive muito cuidado com isso. As pessoas sempre me trataram com respeito em todos os lugares que passei, fiz muitos amigos com o carnaval. Sempre tento chegar com humildade e alegria por onde passo, trato a todos com atenção, até os amigos bêbados...rsrsrs...

4- Muito se comenta sobre esta, que é a grande novidade do Carnaval 2010, que é sua ida para o Bloco "Que Isso Aí?". Como aconteceu esta parceria?

Desde o ano passado, venho pensando nessa parceria. Passei 15 anos à frente do Cata Corno maravilhosos. Aprendi muito, Beijei, chorei, bebi, caí..rsrs, só que como poucos sabem, eu só era o "puxador", não tinha qualquer gerência sobre o bloco. O bloco ano passado mudou um pouco sua característica o que me fez parar pra pensar no que seria melhor pra mim . E como já tinha o flerte do Bloco que isso Aí que é um bloco novo e cheio de idéias culturais não só para o carnaval mas para o ano todo, resolvi encarar mais esse desafio. Me sinto muito agradecido pela lembrança do Marquinho, Andrei, Djair a todos essa meninada bacana do "Que isso Aí", e espero corresponder.

5- No mais, agradecemos pela entrevista, e encerramos pedindo que deixe uma mensagem ao folião, que por mais um ano o acompanhará `a frente do Carnaval miguelense

Alô Galera do "Que isso Aí"!!!! Chegou a hora!!!! Vamos fazer que esse carnaval seja inesquecível, com muita paz, amor, segurança, alegria. Não percam os dias do "Bloco Que isso Aí", pois terá tudo isso e muito mais....Beijos a todos

Fonte:Revista Riobrasil

sábado, 23 de janeiro de 2010

Bloco QUe Isso Aí traz novidades para o Carnaval miguelense


Após o sucesso de seu primeiro ensaio, com a presença da bateria da Portela, Mc Andinho e Comunicasamba, evento realizado com recorde de público na Fenart, O Bloco Carnavalesco Que Isso Aí? traz diversas novidades para 2010.
Através da inédita parceria que mudou a história do Carnaval miguelense, o Que Isso Aí , que este ano desfilará durante quatro dias (sábado, domingo, segunda e terça), será o bloco responsável pela folia no Miguel Pereira Atlético Clube.
E não para por aí. O bloco, recentemente selecionado para Ponto de Cultura do Estado, surpreendeu a todos com a contratação de seu mais novo interprete, o cantor Bruno Macedo, voz mais conhecida do Carnaval no município, que com seu carisma, chega para somar ao grupo de interpretes do bloco.
Os foliões que queiram garantir seu abada Que Isso Aì? 2010, já podem correr nas Loja Bahall Calçados, na Lan House CyberInfo, e no restaurante Maria Fumaça, também sendo possível adquirir o abada do bloco, ainda em seu primeiro lote, através do site www.queissoai.com.br





domingo, 27 de dezembro de 2009

Uma nova juventude para um novo ano

JPMDB elege novos representantes

Uma grande festa da juventude. Assim podemos descrever a Convenção Estadual realizada no Ginásio Miécimo de Sousa (Campo Grande, RJ), onde cerca de 4 mil jovens do Partido Democrático Brasileiro (PMDB) reuniram-se para a eleição de seus novos representantes.
Durante o evento, iniciado com diversas apresentações culturais e musicais, e seguido por profundo debate político sobre os anseios da juventude, Marco Antônio Cabral, filho do Governador Sergio Cabral, foi eleito novo presidente da juventude peemedebista.
O presidente eleito disse estar muito contente com a Convenção, que representou um momento histórico para a juventude do partido, e contou que em 2010 a JPMDB realizará seu primeiro fórum na tentativa de voltar com os cursos de formação política.
Estiveram presentes na Convenção o governador Sergio Cabral, o prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes e líderes dos diretórios municipais de várias cidades do Estado, como Nova Iguaçu, Paulo de Frontin, Valença, Vassouras, Niterói, Queimados, Mesquista, Varre-Sai, Mangaratiba, entre outros, que puderam falar da situação do partido em suas cidades.
Presidente da JPMDB em Miguel Pereira, e agora membro da executiva Estadual da JPMB, Marcos Magalhães destacou a presença da juventude do município no evento:
Participar de um evento como este é muito importante, uma vez que conquistamos espaço político junto à juventude do Estado, e uma vez que tal espaço permitirá lutarmos por muitas conquistas para o nosso município.

sábado, 5 de dezembro de 2009

O Rio de Janeiro está em festa! Flamengo, hexacampeão brasileiro!

Cair e levantar, lutar até o último minuto. Histórias que o esporte escreveu em 2009.
O Campeonato Brasileiro foi um espetáculo que reacendeu velhas paixões. O coração do torcedor do Fluminense foi reconquistado depois que o impossível aconteceu: o tricolor escapou do rebaixamento.
Reviravoltas em um campeonato que resgatou a emoção do futebol. Disputa até a última rodada em um duelo de gigantes. Decepções e triunfos.
Após 17 anos, enfim o Flamengo pode soltar o grito de campeão, que estava entalado na garganta de todo rubro-negro. Neste domingo, diante de mais de 80 mil pessoas no Maracanã, no campeonato brasileiro mais disputado da história do pontos corridos, o Flamengo pôde comemorar mais um titulo de campeão brasileiro.
A torcida do Flamengo foi o 12° jogador: lutou junto com o time até o último minuto. Ficou a lição: acreditar sempre.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ASSOCIAÇÃO CULTURAL QUE ISSO AÍ PROMOVE TEATRO

Em parceria com a Secretaria de Cultura de Paty do Alferes, a Associação Cultural Que Isso aí trará, pela primeira vez para nossa região, Comédias Urbanas, peça teatral de grande sucesso de público no Rio de Janeiro. Tal iniciativa, que visa a promoçao do teatro, vem de encontro a proposta da entidade, de incetivo à cultura.

domingo, 15 de novembro de 2009

Blogs, twitter, Orkut e outros buracos

Existe um “sub-eu” vagando na internet
Arnaldo Jabor
Não estou no "twitter", não sei o que é o "twitter", jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil "seguidores" no "twitter". Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser "celebridade" ou usamos esse anonimato irresponsável com o nome dos outros. Tem gente que fala para mim: "Faz um blog, faz um blog!" Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais... Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo sobre o saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões "on line" e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação "em rede" para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas "on line".
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no "Google" ("goggles" - olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi. Estamos virando aparelhos; os homens andam como robôs, falam como microfones, ouvem como celulares, não sabemos se estamos com tesão ou se criam o tesão em nós. O Brasil está tonto, perdido entre tecnologias novas cercadas de miséria e estupidez por todos os lados. A tecnociência nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas vivas, chips, pílulas para tudo, enquanto a barbárie mais vagabunda corre solta no país, balas perdidas, jaquetas e tênis roubados, com a falsa esquerda sendo pautada pela mais sinistra direita que já tivemos, com o Jucá e o Calheiros botando o Chávez no Mercosul para "talibanizar" de vez a América Latina. Temos de ‘funcionar’ - não de viver. Somos carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa. Assistimos a chacinas diárias do tráfico entre chips e "websites".
O leitor perguntará: "Por que esse ódio todo, bom Jabor?" Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de emails me elogiando pelo que eu "não" fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam: "Teu artigo na internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro...’ "Não fui eu...", respondo. Elas não ouvem e continuam: "Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite...’" Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: "Ah... É teu melhor texto..." - e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um "antispam" para bobagens.
Vejam mais o que "eu" escrevi: "As mulheres de hoje lutam para ser magrinhas. Elas têm horror de qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba!..." Luto dia e noite contra cacófatos e jamais escreveria "cós acaba!" Mas, para todos os efeitos, fui eu. Na internet, eu sou amado como uma besta quadrada, um forte asno... (dirão meus inimigos: "Finalmente, ele se encontrou...")
Vejam as banalidades que me atribuem:
"Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!"
Ou: "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!"
Ainda sobre a mulher: "São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades".
Há um texto bem gay sobre os gaúchos, há mais de um ano. Fui "eu", a mula virtual, quem escreveu tudo isso. E não adianta desmentir.
Esta semana, descobri mais. Há um texto rolando (e sendo elogiado) sobre "ninguém ama uma pessoa pelas qualidades que ela tem" ou outro em que louvo a estupidez, chamado "Seja Idiota!"...
Mas o pior são artigos escritos por inimigos covardes para me sujar.
Há um texto de extrema direita, boçal, xingando os brasileiros, onde há coisas como: "Brasileiro é babaca. Elege para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari. Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de R$ 90 mensais para não fazer nada não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo. Noventa por cento de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como ‘aviãozinho’ do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora... O brasileiro merece! É igual a mulher de malandro - gosta de apanhar..."
E o pior é que muita gente me cumprimenta pela "coragem" de ter escrito essa sordidez.Ou seja: admiram-me pelo que eu teria de pior; sou amado pelo que não escrevi.
Na internet, eu sou machista, gay, idiota, corno e fascista.
É bonito isso?

domingo, 25 de outubro de 2009

Bloco Que Isso Aí? celebra seu sexto aniversário

Em animada cerimônia realizada no dia 25 de outubro, no restaurante Taberna do Barão, a Associação Recreativa e Cultural “Que Isso Aí?” celebrou 6 anos de história, em almoço festivo de homenagem ao seus foliões. Entre os homenageados estavam presentes o prefeito Roberto de Almeida, o secretário municipal Mauro Peixoto, e o deputado estadual Fernando Gusmão, tendo sido destacado por ambos o importante papel desempenhado pela entidade no incentivo à cultura regional.




segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Antes e depois da Oktober...

Acabo de chegar da Oktoberfest! Confesso que tive vontade de ficar. Estou realmente maravilhado com tudo que pude viver e aprender. ENfim puder compreender o que os Paralamas tentaram transmitir em uma de suas brilhantes músicas. Salve este Brasil miscigenado, que em suas inúmeras distâncias e diferenças, nos torna cada vez mair ricos culturalmente, aproximando-nos e inundo-nos ainda mais."














Pára e repara,
Olha como ela samba,
Olha como ela brilha,
Olha que maravilha,
Esa crioula tem o olho azul,
Essa lourinha tem cabelo bombril,
Aquela índia tem sotaque do Sul,
Essa mulata é da cor do Brasil,
A cozinheira tá falando alemão,
Aprincesinha tá falando no pé,
A italiana cozinhando o feijão,
A americana se encantou com Pelé..."










terça-feira, 6 de outubro de 2009

Rio 2016: A política no centro da vitória brasileira


Engana-se quem pensa que a escolha do Rio de Janeiro para sediar as olimpíadas de 2016 tenha obedecido a critérios meramente “técnicos”; seja na área dos transportes, infra-estrutura, logística, setor hoteleiro etc. Pude constatar que a escolha de um país para sediar os Jogos Olímpicos é uma decisão principalmente política. Trata-se da definição de um grande evento econômico e esportivo internacional, permeada por relações políticas e diplomáticas, que expressam um pedaço do cenário geopolítico mundial. A vitória do Brasil, além do esforço de autoridades desportivas e personalidades do esporte nacional, foi fruto do prestígio internacional do Presidente Lula e do sucesso de seu governo. A delegação brasileira que vivenciou a emoção da escolha do Rio em Copenhague era, de longe, a mais vibrante e articulada. O excelente trabalho de preparação, liderado pelo Ministro do Esporte, Orlando Silva, foi coroado pelo brilhante desempenho da comitiva brasileira, tendo à frente o Presidente Lula. Este desempenho foi decisivo para o convencimento dos “eleitores” indecisos nos momentos finais da escolha. A presença do Presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, reforçou a impressão já consolidada de que o Brasil foi um dos países mais bem sucedidos no enfrentamento à crise econômica. A expectativa de o país se tornar a quinta economia do mundo na próxima década serviu para soldar a confiança nas instituições do país. O tema da segurança foi rapidamente superado, a partir da exposição consistente de uma estratégia, já testada, de segurança em grandes eventos e, também, em função do compromisso do governo federal com a consolidação das diretrizes do Pronasci. A firmeza do governador Sergio Cabral quanto ao aprofundamento das experiências de policiamento comunitário no Rio deslocou, rapidamente, o tema da segurança para um patamar secundário. O equilíbrio institucional entre as três esferas de governo e a unidade político-administrativa dos entes federados foi um trunfo inestimável. Mais uma vez, atestamos o quanto fez bem ao Rio de Janeiro a superação da antiga visão paroquial, que afastou o Rio dos grandes temas nacionais por tantos anos. O Rio de Janeiro, mais do que nunca, demonstrou a força de seu reposicionamento na Federação e novas perspectivas se abrem agora para a retomada do Rio como ator decisivo para a consolidação da República e da democracia em nosso país. Foram decisivas a altivez da política externa do Brasil, a solidez de nossa economia, o papel de liderança regional e a consistência de nossas instituições democráticas. A política presidiu a vitória brasileira. E não se trata aqui de pretender angariar algum dividendo eleitoral com esta afirmação. Certamente, não será este fato o que decidirá as eleições presidenciais de 2010. Até por que todas as correntes políticas e ideológicas apoiaram a candidatura do Rio. O que, no entanto, não pode deixar de ser dito neste momento, é que o país venceu por que sua estatura internacional foi profundamente alterada nos últimos anos. A imagem do Brasil no exterior não é mais a de uma promessa bloqueada pela mediocridade de seus governantes. O país é hoje protagonista dos grandes temas mundiais. Já houve quem dissesse que, dentre os Brics, o Brasil é o país com maior potencial, pois é o único a reunir crescimento econômico, imensas reservas energéticas e minerais e democracia consolidada. Que as Olimpíadas de 2016 simbolizem o ponto culminante desta grande virada do país rumo a uma sociedade justa, equilibrada e plenamente desenvolvida.


O Ministro da Justiça, Tarso Genro, integrou a comitiva brasileira que acompanhou a vitória do Rio em Copenhague.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Rio é escolhido país sede das Olimpíadas de 2016...nas escolas

Antecipando-se a escolha da cidade sede das Olimpíadas de 2016, o professor Marcos Magalhães realizou nas escolas que dá aula projeto relacionado ao mesmo tema.

Através de maquetes, e pesquisa aprofundada de caráter multidisciplinar, os alunos fizeram uma simulação da eleição do COI, tendo a missão de defender cada uma das cidades participantes que pleiteiam ao título de cidade olímpica.

O projeto, que parou as escolas, foi um sucesso e serviu de atividade de elevado nível pedagógico para os mesmos, que ainda no mês de setembro, puderam vivenciar os mais diversos jogos populares (pipa, bolinha de gude, peteca), em antecipação ao mês de outubro, mês das crianças.

sábado, 15 de agosto de 2009

Em política, ódio prejudica quem odeia

Trechos da coluna de Mariano Grondona, no La Nacion (28).

Emanuel Kant observou que algumas paixões são tão destrutivas que "sempre" são prejudiciais e não suportam, portanto, nenhum "meio termo". Este é o caso do ódio porque, seja grande ou pequeno, sempre prejudica tanto ao odiado como ao odiador. Desde a intolerância até a vingança e o ressentimento, o ódio é executado através de diversos canais. De acordo com Kant, o ódio é condenável de qualquer ponto de vista.
Uma inquietante pergunta: não temos sido, ao longo da nossa história, uma nação de “odiadores” no meio da qual o “sectarismo", ou seja, a adesão a uma parte, como se ela fosse o todo, nos impediu cada vez mais de provar os frutos da unidade, cuja chave é que cada setor reconheça a si mesmo, igual a seu "inimigo" transformado em "adversário", como a "parte” de um "todo" universal e não como uma parte que pretende ser um "tudo separado?.

Fonte:Blog do Cesar Maia